Flash poderá exportar para HTML5: uma luz no fim do túnel?

Publicado em 15/04/2010 por Luis Milanese

O portal iMasters publicou hoje uma notícia que muito me chamou a atenção Flash vai poder exportar animações para HTML5. Será que finalmente alguém pensou em acessibilidade? Tá certo que o HTML5 ainda vai demorar para estar presente na maioria dos sites, mas será que podemos sonhar um pouco com algo mais elegante e acessível?

Infelizmente, mesmo que isso venha se tornar realidade, ainda assim haverão aqueles que continuarão utilizando esta tecnologia de forma errada. Não inventaram ainda uma ferramenta anti-mau uso.

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Glimmer: Ferramenta visual para criação de scripts de jQuery

Publicado em 12/04/2010 por Luis Milanese

Aqui vai uma dica de um excelente criador de efeitos jQuery, o Glimmer. Sim, criador, pois o Glimmer faz tudo para você. Um WYSIWYG de jQuery. Basta seguir o Wizard e, em poucos cliques, obter o seu efeito pronto para adicionar em sua página. Bem como foi dito em um artigo sobre o Glimmer Se jQuery é a biblioteca JavaScript do “escreva menos, faça mais”, então Glimmer é a ferramenta de design de jQuery do “escreva nada, faça mais”.

É claro, como todo WYSIWYG, há algumas linhas de código que você pode tirar pois são desnecessárias, mas ainda assim o código não é tão sujo que não valha a pena usar. Visitem o site oficial do projeto para demonstração, download e etc. A ferramenta somente funciona em Windows.

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Apresentação da estrutura do HTML5, suporte do IE9 e boas práticas

Publicado em 24/03/2010 por Luis Milanese

O Imasters é um dos sites mais completos e legais no Brasil (arrisco até dizer no mundo) sobre desenvolvimento, tendências e etc. E hoje encontrei um artigo bastante sucinto, mas esclarecedor sobre o desenvolvimento com HTML5, chamado: Estrutura do HTML5, escrito por Michel Martins.

Eu mesmo nunca tive que criar nada em HTML5, mas, como desenvolvedor Web, tenho que me inteirar melhor sobre o assunto (em breve devo publicar aqui alguma coisa feita em HTML5). O que chamou a minha atenção sobre o HTML5 é a facilidade e clareza das tags: tudo é muito bem definido, especificado.

Ainda no site imasters, li outra matéria sobre o lançamento do Internet Explorer 9, chamada: Internet Explorer 9: um novo começo, com HTML5, escrita por Gizmodo Brasil, onde o autor apresenta algumas novidades sobre o novo browser da Microsoft, dentre elas, suporte ao HTML5. Talvez seja sonhar demais, mas eu realmente espero que com o HTML5 os browsers caminhem em direção a uma especificação única de renderização e que em um futuro (de preferência não muito distante), não precisemos nos preocupar com a forma que esse ou aquele browser irá renderizar um código. Seria um mundo muito feliz.

Uma tag nova do HTML5 que me chamou a atenção é a tag audio. No momento em que li, suei frio. Quando finalmente achei que o mundo estava começando a se livrar das páginas com áudio de fundo que tocam sem a vontade explicita do usuário, eis que esta tag aparece. E detalhe: um dos atributos da tag permitem o autoplay. Aproveito este espaço para pedir, suplicar, implorar: por favor, não botem som de fundo em autoplay. O usuário poderá estar de fone de ouvido e se assustar, sem contar que não é elegante e completamente sem sentido, afinal, se o usuário quiser ouvir a sua música, ele mesmo clica no play e ouve. Repito: pelo amor de Deus, não usem som de fundo em autoplay. A internet agradece e seus usuários com fone de ouvir e distraídos vão apreciar o “não susto”.

(Mais) Razões para não fazer um site em Flash

Publicado em 06/03/2010 por Luis Milanese

Pois bem, quem me conhece melhor sabe: eu tenho uma aversão um tanto anormal ao Flash. OK, certamente é uma ferramenta que traz inúmeras possibilidades, porém o seu mau uso torna alguns sites simplesmente nojentos.

O site TreinaWeb publicou esta semana uma postagem que lista alguns (ótimos) motivos para não fazer um site em Flash. O texto focou-se na dificuldade para indexação do Flash, dependência de um Web Designer para atualização de conteúdo e não acessibilidade. Eu mesmo poderia adicionar diversas outras razões para o uso bastante moderado do Flash, como a curva de aprendizado, tempo gasto para a criação das apresentações e pouca flexibilidade, porém vou somente lançar a seguinte pergunta: por que fazer um site em Flash?

À esta pergunta, muitos irão responder: porque o meu cliente quer. Este é um argumento muito forte (provavelmente o mais forte de todos) mas vamos pensar: será que ele realmente quer ou ele quer uma página bonita? Sim, pois se o cliente resolveu te contratar é porque ele quer um serviço bom e bonito e apresentações em Flash são apelativas.

É sim possível criar uma página bonita, leve e acessível com CSS e os diversos frameworks de JavaScript disponíveis para desenvolvimento de aplicações ricas, como é o caso do jQuery. Duvido muito que se você fizer uso dessas tecnologias e explicar para seu cliente que escolher esta abordagem ao Flash poderá aumentar a visibilidade da página dele na Web não sejam duas ótimos motivos para fazê-lo aceitar sua idéia.

Eu deixo a pergunta no ar. Uma pergunta que eu tenho me feito há anos e até hoje ainda não ouvi uma resposta convincente. E sinceramente? Acho que não vou ouvir.

Não prego a extinção de nenhuma tecnologia, mas vamos lá pessoal, vamos deixar o Flash para situações em que o Flash é realmente necessário.

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