Sempre fui fã do Firefox desde a primeira vez que eu o usei. Quando comecei a desenvolver e descobri os plugins como Web Developer e Firebug, era impossível pensar em um browser melhor para trabalhar. Estável, rápido e com ótimos plugins: o que mais poderia querer? Mas aí eis que a Google lança o Google Chrome.
Além dos plugins que também existem para o Google Chrome, a velocidade e fidelidade com que ele renderiza as páginas, são atrativos para lá de interessantes. Esta semana a Google lançou um vídeo, um teste de velocidade do Chrome. Um vídeo vale mais do que 1000 palavras, certo?
Por essas e outras que o Google Chrome se tornou o meu browser padrão.
O Imasters é um dos sites mais completos e legais no Brasil (arrisco até dizer no mundo) sobre desenvolvimento, tendências e etc. E hoje encontrei um artigo bastante sucinto, mas esclarecedor sobre o desenvolvimento com HTML5, chamado: Estrutura do HTML5, escrito por Michel Martins.
Eu mesmo nunca tive que criar nada em HTML5, mas, como desenvolvedor Web, tenho que me inteirar melhor sobre o assunto (em breve devo publicar aqui alguma coisa feita em HTML5). O que chamou a minha atenção sobre o HTML5 é a facilidade e clareza das tags: tudo é muito bem definido, especificado.
Ainda no site imasters, li outra matéria sobre o lançamento do Internet Explorer 9, chamada: Internet Explorer 9: um novo começo, com HTML5, escrita por Gizmodo Brasil, onde o autor apresenta algumas novidades sobre o novo browser da Microsoft, dentre elas, suporte ao HTML5. Talvez seja sonhar demais, mas eu realmente espero que com o HTML5 os browsers caminhem em direção a uma especificação única de renderização e que em um futuro (de preferência não muito distante), não precisemos nos preocupar com a forma que esse ou aquele browser irá renderizar um código. Seria um mundo muito feliz.
Uma tag nova do HTML5 que me chamou a atenção é a tag audio. No momento em que li, suei frio. Quando finalmente achei que o mundo estava começando a se livrar das páginas com áudio de fundo que tocam sem a vontade explicita do usuário, eis que esta tag aparece. E detalhe: um dos atributos da tag permitem o autoplay. Aproveito este espaço para pedir, suplicar, implorar: por favor, não botem som de fundo em autoplay. O usuário poderá estar de fone de ouvido e se assustar, sem contar que não é elegante e completamente sem sentido, afinal, se o usuário quiser ouvir a sua música, ele mesmo clica no play e ouve. Repito: pelo amor de Deus, não usem som de fundo em autoplay. A internet agradece e seus usuários com fone de ouvir e distraídos vão apreciar o “não susto”.
Alice In Chains é uma das minhas bandas favoritas. Este disco gravado de forma acústica para a MTV traz belas melodias aliadas com a tradicional depressão encontrada no som da banda.