A Microsoft finalmente lançou o seu Web Apps, que viria a ser a versão online do Office. O Web Apps – cujo nome tanto lembra o “Google Apps” (coincidência) – funciona de forma similar ao produto Google: com ele é possível editar textos (Word), planilhas (Excel), apresentações (Power Point) e escrever notas (OneNote).
Apesar do design com a cara do Office (que faria com que alguns usuários mais leigos sentissem mais à vontade), o produto não traz muitas novidades, comparado ao Apps do Google. Mais uma vez a Microsoft está atrasada.
De qualquer forma, quem tiver interesse, poderá acessá-lo usando o Windows Live ID, clicando aqui.
Se na sua instalação do Magento apareceu um ‘index.php’ após as URLs (ex.: www.dominio.com/index.php/categoria), há uma maneira bem simples de resolver isso.
Certifique-se de que o Apache está trabalhando com URL Rewrites. Isso pode ser facilmente resolvido com o comando “a2enmod rewrite” (caso esteja no Ubuntu, vai precisar do sudo).
Na área de admin, entre em “Sistema -> Configuração -> Web“. A segunda seção, chamada “Otimização do mecanismo de busca“, selecione “Sim” para a opção “Usar web server rewrites“.
Após isso, reinicie o seu apache. Pode usar o comando (como sudo novamente) “apachectl restart” ou “apache2ctl restart“, dependendo da sua versão do Apache.
Para mim, somente esses três passos foram suficientes para resolver a questão. Espero ter ajudado.
Sempre fui fã do Firefox desde a primeira vez que eu o usei. Quando comecei a desenvolver e descobri os plugins como Web Developer e Firebug, era impossível pensar em um browser melhor para trabalhar. Estável, rápido e com ótimos plugins: o que mais poderia querer? Mas aí eis que a Google lança o Google Chrome.
Além dos plugins que também existem para o Google Chrome, a velocidade e fidelidade com que ele renderiza as páginas, são atrativos para lá de interessantes. Esta semana a Google lançou um vídeo, um teste de velocidade do Chrome. Um vídeo vale mais do que 1000 palavras, certo?
Por essas e outras que o Google Chrome se tornou o meu browser padrão.
O portal iMasters publicou hoje uma notícia que muito me chamou a atenção Flash vai poder exportar animações para HTML5. Será que finalmente alguém pensou em acessibilidade? Tá certo que o HTML5 ainda vai demorar para estar presente na maioria dos sites, mas será que podemos sonhar um pouco com algo mais elegante e acessível?
Infelizmente, mesmo que isso venha se tornar realidade, ainda assim haverão aqueles que continuarão utilizando esta tecnologia de forma errada. Não inventaram ainda uma ferramenta anti-mau uso.
Aqui vai uma dica de um excelente criador de efeitos jQuery, o Glimmer. Sim, criador, pois o Glimmer faz tudo para você. Um WYSIWYG de jQuery. Basta seguir o Wizard e, em poucos cliques, obter o seu efeito pronto para adicionar em sua página. Bem como foi dito em um artigo sobre o Glimmer Se jQuery é a biblioteca JavaScript do “escreva menos, faça mais”, então Glimmer é a ferramenta de design de jQuery do “escreva nada, faça mais”.
É claro, como todo WYSIWYG, há algumas linhas de código que você pode tirar pois são desnecessárias, mas ainda assim o código não é tão sujo que não valha a pena usar. Visitem o site oficial do projeto para demonstração, download e etc. A ferramenta somente funciona em Windows.
Para Linux, na minha opinião, o melhor mp3 player é o Audacious. Simples uso, diversos plugins disponíveis, look and feel familiar (especialmente se você vem do Windows e costumava usar o Winamp). Tentei o Rhythmbox, Amarok, Exile mas não gostava da interface cheia de funcionalidades integradas o que acabava resultando em um programa pesado e tudo que eu quero é algo bem simples mesmo.
Porém algo no Audacious me incomodava um bocado: músicas que trazem algum tipo de acentuação não tinham seu nome lido corretamente pelo programa que ao invés do nome da música, trazia um “UTF-8 Inválido” no lugar. E se você usa o Last.Fm, por exemplo, isso afeta na sua lista de música ouvido, já que o site registra os nomes errados.
Uma solução simples encontrada foi: alterar o encoding das tags dos mp3 para outro formato. Eu uso o EasyTag (melhor organizador de mp3 que existe, na minha opinião) e nas “Preferências”, eu deixei como “Ocidental (Windows-1252)” (como você pode ver no printscreen ao lado).
Espero ter ajudado com esta pequena dica, pois ouvir música com as tags erradas era algo que enchia o meu saco.
O Imasters é um dos sites mais completos e legais no Brasil (arrisco até dizer no mundo) sobre desenvolvimento, tendências e etc. E hoje encontrei um artigo bastante sucinto, mas esclarecedor sobre o desenvolvimento com HTML5, chamado: Estrutura do HTML5, escrito por Michel Martins.
Eu mesmo nunca tive que criar nada em HTML5, mas, como desenvolvedor Web, tenho que me inteirar melhor sobre o assunto (em breve devo publicar aqui alguma coisa feita em HTML5). O que chamou a minha atenção sobre o HTML5 é a facilidade e clareza das tags: tudo é muito bem definido, especificado.
Ainda no site imasters, li outra matéria sobre o lançamento do Internet Explorer 9, chamada: Internet Explorer 9: um novo começo, com HTML5, escrita por Gizmodo Brasil, onde o autor apresenta algumas novidades sobre o novo browser da Microsoft, dentre elas, suporte ao HTML5. Talvez seja sonhar demais, mas eu realmente espero que com o HTML5 os browsers caminhem em direção a uma especificação única de renderização e que em um futuro (de preferência não muito distante), não precisemos nos preocupar com a forma que esse ou aquele browser irá renderizar um código. Seria um mundo muito feliz.
Uma tag nova do HTML5 que me chamou a atenção é a tag audio. No momento em que li, suei frio. Quando finalmente achei que o mundo estava começando a se livrar das páginas com áudio de fundo que tocam sem a vontade explicita do usuário, eis que esta tag aparece. E detalhe: um dos atributos da tag permitem o autoplay. Aproveito este espaço para pedir, suplicar, implorar: por favor, não botem som de fundo em autoplay. O usuário poderá estar de fone de ouvido e se assustar, sem contar que não é elegante e completamente sem sentido, afinal, se o usuário quiser ouvir a sua música, ele mesmo clica no play e ouve. Repito: pelo amor de Deus, não usem som de fundo em autoplay. A internet agradece e seus usuários com fone de ouvir e distraídos vão apreciar o “não susto”.
Seguindo ainda falando sobre o Magento, deixo aqui um lembrete para quem está interessado em botar uma loja feita em Magento para a produção: atente-se as configurações do servidor que irá hospedá-la. O Magento é uma loja bastante robusta, flexível e muito boa, mas tudo isso tem um preço. E o preço é ter um servidor “parrudo” (preferencialmente dedicado).
Um problema que temos enfrentado é o SQLSTATE[HY000]: General error: 2006 MySQL server has gone away. Depois de alguma pesquisa, descobrimos que este é um erro comum em hospedagens compartilhadas (onde os recursos do servidor de base de dados estão compartilhados com outras contas), pois a empresa que hospeda define um tempo curto de Wait Timeout, que é o tempo em que o servidor vai esperar pela sua query, depois de ter conexão aberta. Explico: o script abre conexão com a base de dados, porém, antes de enviar as queries para a base, o Magento precisa criar essas queries, trazendo dados de diversos pontos, para assim formar a query e mandar. Mas acontece que o tempo que o Magento gasta para formar esta query pode ultrapassar o wait timeout definido pela empresa que hospeda seu site.
A Locaweb dá 15 segundos de Wait Timout e o UOL Host dá 20 segundos, tempo que pode ser pouco, dependendo do tamanho de sua base e complexidade da aplicação. E não adianta entrar em contato com eles: em plano de hospedagem compartilhado, eles não irão mudar as configurações do servidor, comprometendo toda o desempenho dele somente para te atender, então hospedagem dedicada (ou Cloud Computing) pode ser uma alternativa. Em todo caso, recomenda-se entrar em contato com a empresa que está pensando em contratar e explicar o que acontece, perguntar se eles têm experiência com hospedagem de Magento, problemas reportados pelos seus clientes e etc.
Apesar de ter abordado uma situação ocorrida com o Magento, a dica serve para qualquer CMS que planeja implementar em um domínio. Alguns CMS, como o Wordpress, raramente você terá problemas assim, mas com loja virtual, onde o volume trafegado é bem maior, é bom ficar esperto.
Estou trabalhando em uma loja virtual (em breve, quando tiver no ar, publicarei o link aqui), utilizando o Magento como gerenciador de conteúdo. O Magento é um ótimo gerenciador de e-commerce, com diversos plugins disponíveis (alguns free, outros pagos) e uma comunidade um tanto ativa. Infelizmente peca na falta de documentação para os desenvolvedores, mas a comunidade se ajuda da melhor forma através dos fóruns.
Um problema que tivemos foi: nem todos os produtos apresentariam o preço. O cliente gostaria de ocultar o valor de alguns produtos, exibindo – ao invés do preço – um “Contate-nos”, para que assim o visitante entrasse em contato para obter o valor do item em questão. Só que esta opção de ocultar o valor não é suportada pelo Magento e o jeito então seria desenvolver tal funcionalidade.
Lembra que eu falei no começo do post que o Magento carece de documentação? Pois é, carece mesmo. Mas, fuçando, fuçando, acabei encontrando o script que gerava a exibição do valor. Aí foi só descobrir a variável que trazia o valor e botar uma condição “caso o valor for nulo ou zero, escrever ‘contate-nos’”. Só que o problema era: o valor é exibido em outros lugares, há outras amarrações com este valor, enfim, a coisa ia ficando complicada mesmo.
Então, enquanto pesquisava outra coisa sobre o Magento, eis que me deparo com este tutorial: HOWTO: Price on Application que justamente resolve o meu problema. O mais estranho de tudo é que eu procurei por algo assim antes de começar a desenvolver uma solução e não encontrei. É como dizem: para encontrar, basta parar de procurar.
Da mesma forma que este tutorial me salvou a pele, espero que ajude mais gente.
Há algum tempo estava procurando uma forma de acessar o conteúdo do meu celular N70 no Ubuntu e não encontrava uma maneira. E ter que abrir no Nokia PC Suite em algum computador que tenha Windows, salvar no pen-drive e passar para o meu computador não é um procedimento prático.
Foi então que eu conheci o OpenOBEX, cujo objetivo é criar uma implementação open source para dispositivos que dá suporte ao protocolo OBEX.
O OpenOBEX tem dois pacotes – entre outros – que nos ajuda a conectar o Nokia ao Linux: obexftp e obextool. Vamos botar a mão na massa e conectar o celular.
Nota: Esses passos foram executados no Ubuntu 9.10 (64bits), acessando um Nokia N70. Se você tem outra distro e/ou outro modelo de celular que tenha suporte OBEX, não custa tentar, pois o OpenOBEX não é uma implementação apenas para celulares Nokia.
Vamos instalar os pacotes necessários via apt-get.
Com os pacotes instalados, conecte seu aparelho na USB e execute o seguinte comando:
luis@luis-ubuntu:~$ sudo obexftp -u
Isso trará as interfaces OBEX encontradas. A lista apresentada se parece com o seguinte:Found 2 USB OBEX interfaces
0 (Manufacturer: Nokia Product: Nokia N70 Serial: (null) Interface description: SYNCML-SYNC)
1 (Manufacturer: Nokia Product: Nokia N70 Serial: (null) Interface description: PC Suite Services)
Use '-u interface_number' to connect
Nothing to do. Use --help for help.
Tranqüilo, mapeamos as interfaces. Vamos usar a número 1 da seguinte forma:
luis@luis-ubuntu:~$ sudo obexftp -u 1 -l
Este comando gerará o seguinte output. Atente-se às linhas negritadas:
Este é um aplicativo bastante simples (visualmente falando), mas nos permite as principais operações com arquivos, que são basicamente copiar do PC para o celular e do celular para o PC.
Alice In Chains é uma das minhas bandas favoritas. Este disco gravado de forma acústica para a MTV traz belas melodias aliadas com a tradicional depressão encontrada no som da banda.